27 de abr. de 2008

Stormy - Carlos Santana


Stormy you are the sunshine, baby, whenever you smile

But i call you stormy today

All of a sudden that ol' rain is fallin' down

And my world is cloudy and gray

You've gone away

Old stormy stormy

Old stormy stormy

Old stormy stormy

Old stormy stormy

Yesterday's love was alive, the warm summer breeze

But like the weather you changed

Now things are dreary, baby, windy and cold

And i stand alone in the rain

Callin' out your name

Stormy stormy

Stormy stormy

Come back to me stormy

Stormy stormy

Bring back that sunny day


Guitar solo


Yesterday's love was alive, the warm summer breeze

But like the weather you changed

Now things are dreary, baby, windy and cold

And i stand alone in the rain

Callin' out your name

Whoa! stormyStormy, come back to me stormy

Stormy, come back to me stormy

Come on home! stormy

Bring back that sunny day

Bem Simples - Ricardo Feghali


Tudo bem simples

Tudo natural

Um amor moreno

Fruto tropical

Todas as cores

Que eu puder te dar

Toda a fantasia

Que eu puder sonhar

Eu pensei te dizerT

antas coisas

Mas pra que

Se eu tenho a música (música)

Bom é bem simples

Sem nos complicar

E bastante tempo

Pra te amar...

Tudo é bem simples

Tudo natural

Um amor moreno

Fruto tropical

Todas as cores

Que eu puder te dar

Toda fantasia

Que eu puder sonhar

Eu pensei te dizer tanta coisa

Mas pra que ... Se eu tenho a música (música)

Bom é bem simples

Sem nos complicar

E bastante tempo

Pra te amar.

Eu pensei te dizer

Tanta coisa

Mas pra que

Se eu tenho a música (música)

Bom é bem simples

Sem nos complicar

E bastante tempo

Pra se amar.

17 de abr. de 2008

Espetáculo divino


A madrugada despede a noite e se instala. Mas, a escuridão ainda predomina. Os homens usam a luz artificial para espancar as trevas. São faróis de carros, para os que se deslocam a distâncias. Nas casas, são lâmpadas, velas, lampiões. Lâmpadas nos postes auxiliam a mostrar o caminho que a cara redonda da lua, com sua luz prateada, não se mostra suficiente. Faróis em pontos estratégicos apontam o rumo aos que navegam nas águas mansas ou agitadas dos mares. Logo mais, os braços da madrugada se espreguiçam e pequenos raios de luminosidade tocam a manhã, para que desperte. Finalmente, é manhã plena e, enquanto os homens correm, de um lado para outro, em função de seus estudos, de seus negócios, de suas vidas, Deus instala Seu extraordinário aparelho multimídia para a projeção do novo dia. Em trabalho sem igual, que a cada dia não se repete da mesma forma, o Arquiteto sem par projeta na tela do Universo, os Seus slides. Há luz, som, animação. Os braços do salgueiro balançam, agitados pelo vento que se veste de brisa ligeira.
Jardins, montanhas, campinas. Áreas verdejantes, rios cantantes, fontes generosas se multiplicam. A projeção é tão magnífica que o espetáculo permite se sentir o perfume da terra, das flores, dos veios da madeira aberta em sulcos. Os raios do sol aqui lançam sombra, além se estendem, espancando nuvens. As pequenas elevações parecem ondular na paisagem. As folhas multicoloridas do outono se misturam em um quadro, enquanto noutro as delícias da primavera explodem em botões. Paisagens desérticas, quase intermináveis em um ponto. Dunas, oásis, palmeiras. Paredes altas, montanhosas, de outro. Gelo aqui, calor acolá. Pássaros cantam, ovos são chocados, a vida se multiplica em toda parte. E assim, durante as horas do dia, os slides irão se sucedendo um a um. O homem passa apressado, muito poucos se dando conta dos quadros que se alternam, sucedem, de contínuo. Quando morre a tarde e a noite retorna, como hábil artista, Deus estende um negro manto, a fim de que os astros que percorrem o Infinito, possam melhor ser percebidos. Assim é, a cada dia, a cada noite. Se o homem contemplasse mais a natureza, estudasse melhor as suas leis, compreendesse a harmonia que ela leciona, viveria melhor. Quando o cansaço o tomasse, nas horas de trabalho, pararia um pouco e olharia o jardim. Se estiver cercado por paredes de concreto de vários edifícios, poderia olhar o céu, acompanhar o passeio das nuvens e permitir-se despentear pelo vento. Bastará colocar a cabeça para fora de uma das janelas em que esteja. Tudo isso o revigoraria. E o faria lembrar de Quem o criou por amor e por amor o sustenta. Dar-se-ia conta de que acima das leis humanas, uma maior, imutável e justa vigora. Lembraria que é filho de Deus, que a vida é um tesouro muito precioso para ser desperdiçada.
E, então, aprenderia que o dia foi feito para o homem e não o homem para o dia. O que quer dizer que dosaria trabalho, lazer, meditação. Horário para alimentar o corpo. Horário para alimentar a alma. Sobretudo amaria intensamente aos que com ele convivem neste lar abençoado que se chama planeta Terra.
Redação do Momento Espírita.Em 17.04.2008.

3 de abr. de 2008

VIVENDO EM PLENITUDE

No dia que morre, enquanto o sol puxa a sua colcha de nuvens para se cobrir, aconchegando-se no poente, permita-se um tempo para refletir.
O que você fez hoje o deixou feliz?
Você pode ter acrescentado uma soma considerável ao seu saldo bancário, pode ter celebrado contratos importantes, que lhe garantam retorno financeiro por largo tempo.
Você pode ter recebido honrarias, prêmios por sua capacidade intelectual. Pode ter sido laureado pelo projeto bem sucedido.
Você pode ter dado muitos autógrafos no livro que acabou de lançar, ter recebido aplausos vibrantes e demorados pelo show musical em que se esmerou.
Sim, tudo isso são ganhos. E você deve estar feliz com o balanço que lhe dá conta de que a coluna positiva supera a negativa.
Mas, você está verdadeiramente feliz? Dentro de você, sente que utilizou o melhor possível esse dia que adormece, encobrindo-se nas dobras da noite?
Pense um pouco: além dos abraços dos que são pagos para servi-lo, acompanhá-lo;
dos que desejam posar para fotos ao seu lado, a fim de se verem projetados na escala social;
além dos que o buscam porque você goza de sucesso, alguém que o ama verdadeiramente o abraçou?
Isto é, depois de todo o trabalho, do gozo das glórias do Mundo, dos aplausos, quando as luzes do palco se apagam, deixando ar de solidão, o que tem você de verdadeiramente seu?
Você tem um lar para voltar? Alguém que o ame? Um filho que o espera para pular em seu pescoço e gritar: Papai!?
Você tem um esposo que a ama e espera que as horas seguintes possam ser somente de vocês dois?
Você tem pais idosos que lhe aguardam, ansiosos, a chegada em casa?
Você tem um animal doméstico para afagar?
Um cão que, desde a esquina, identifica o ruído do seu carro e o aguarda no portão?
Que pula, late, abana o rabo, demonstrando a sua alegria por ter você como seu dono?
E, mais importante do que isso: você usufrui integralmente cada uma dessas oportunidades?
Ou chega em casa, se joga no sofá, não quer falar com ninguém porque está cansado?
Não faça isso!
Aproveite a sua vida em totalidade. Ame, demonstre carinho, beije, diga como foi difícil ficar tantas horas longe do aconchego familiar.
Pergunte pelas crianças, sorria, jogue-se no chão e brinque com elas.
Esforce-se por entender o linguajar de seus filhos adolescentes, agradeça a mensagem que lhe mandaram para o celular, mesmo que você não tenha entendido tudo.
Dedique algum tempo a eles, pergunte daquelas abreviaturas que você não consegue identificar o que sejam, quando recebe os torpedos.
Saia com sua esposa para dançar. Ou coloque um CD com músicas românticas e dance, na sala de casa, de rosto colado.
Olhe para ela. Os anos passaram, vieram os filhos, mas ela continua bonita. Diga isso a ela, para que ela saiba. E retribua o elogio.
E, se você não tem pais, cônjuge, filhos, irmãos, se vive só, ainda assim curta o que tem.
Ouça música, leia um bom livro, assista um filme. Telefone para um amigo. Escreva a outro solitário.
Viva!
E, quando o sono for se aproximando, convidando-o ao repouso físico, não se entregue a ele, antes de orar a Deus, em gratidão pelas horas vividas.
Agradeça a sua vida. A maravilhosa vida que você tem.
Agradeça por sua capacidade de amar. E pelo amor que tem.
Redação do Momento Espírita.Em 24.03.2008.

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"Propriedade"

O que isso significa? para muitos e na descrição literária é ter o poder sobre algo. Mas digo que esta palavra não existe. É apenas...