25 de nov. de 2008

Open Arms - Tracy Chapman


Se amor é o que você quer

Amor, aqui estou

Se carinho é o que você precisa

Eu tenho para dar

Se você precisa de afeto

Amor, estes são braços abertos

Você chega em casa, teve um dia difícil

Toda a porta que você tentou

Se fechou para você

Estou bem aqui, estarei bem aqui

Eu te abraçarei

Estarei com o coração aberto

Deixarei você entrar

Estarei com a mente aberta

Serei seu melhor amigo

Se você precisa de atenção

Amor, estes são braços abertos

Toda esquina que você vira

Problemas aparecem no seu caminho

Mas quando você chega em casa

Tentarei estar lá

E te abraçarei

Estes são braços abertos

Se tempo é o que você precisa

Amor, eu pararei os relógios

Se você busca por aguma coisa

Talvez eu tenha o que você precisa

Se há algo a se lembrar

Não esqueça que estes são braços abertos

12 de nov. de 2008

COLONIA JAPONESA ENVOLVIDA NO CRIME



A policia estava fazendo a maior blitz por conta de um assalto a um banco, nas imediações de Carapicuíba, quando interceptaram uma kombi considerada suspeita, a qual estava lotada de japoneses.

A policia foi logo gritando: 'Desce todo mundo!!!!!!!!!!!'

A japonesada obedeceu em silêncio.

Agora um por um, vai dizendo seu nome!!!!!'

E eles obedientes foram se apresentando:

Sartamo Obanko

Matamo Okasha

Kontiro Nosako

Katamo Osnique

Saimo Koreno

Fugimo Nakombi

Osguarda Pararo

Tomamo Noku


Enviado por uma amiga Karlinha

10 de nov. de 2008

PALAVRÕES TAMBÉM SÃO IMPORTANTES


(Luís Fernando Veríssimo)

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a vulgarização do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.

"PRA CARALHO", por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática

"A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho", entende?

No gênero do; "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "Nem fodendo!" O "Não, não e não!" assim como o "Absolutamente Não", já soam sem nenhuma credibilidade.

O "Nem fodendo", é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!"O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Caetano Veloso.

Por sua vez, o "Porra nenhuma!" atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é PhD porra nenhuma!" ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!

"O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. Há outros palavrões igualmente clássicos.

Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!" ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!" falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante qualquer um "Puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.

E o que dizer de nosso famoso "Vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "Vai tomar no meio do seu cu!" Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável! Se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai tomar no meio do seu cu!" Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fudeu!" E sua derivação mais avassaladora ainda: "Fudeu de vez!" Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? "Fudeu de vez!" Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.

Existe algo mais libertário do que o conceito do "Foda-se!"? O "foda-se!" aumenta minha auto-estima.

Me torna uma pessoa melhor.

Reorganiza as coisas.

Me liberta.

Não quer sair comigo? Então "foda-se!

" Vai querer decidir essa merda sozinho mesmo? Então "foda-se!"

O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição Federal.

Liberdade, igualdade, fraternidade e "Foda-se!".

8 de nov. de 2008

Da Universidade de Cambridge

Só pssaoes epsertas cnsoeugem ler itso.
Eu não cnogseui acreidatr que relmanet pidoa etndeer o que etvsaa endtedno.
O pdoer fnemoeanl da mntee huamna, de aorcdo com uma psqueisa da Unvireisadde de Cmabrigde, não ipmrota a odrem em que as lteras em uma plavara etsão, a úcina cisoa ipmotratne é que a piremira e a útimla ltreas etseajm no lguar ctreo.
O rseto pdoe etasr uma ttaol bnauguça e vcoê adnia pdoreá ler sem perolbmea.
Itso pruqoe a mtene haunma não lê cdaa lreta idnvidailuemtne, mas a pvrlaaa cmoo um tdoo. Ipessrinaonte hien?

É e eu smrepe pnenesi que slortaerr era ipmorantte!

7 de nov. de 2008

O USO DO MAIS, MAS E MÁS

Duvida Freqüente

Eis aí, mais um tema que geralmente é motivo de indecisão ou enganos na hora de escrever. Vamos, então, tentar sanar essas dúvidas:

O EMPREGO DO [MAIS]
• Mais é pronome ou advérbio de intensidade, portanto está relacionado com quantidade, aumento, grandeza, superioridade ou comparação. [Mais], normalmente, é o oposto de [menos]. Portanto, se tiver dúvida, substitua-o por [menos] (menas nunca); se for possível a substituição, use [mais]:

- Você quer seu suco com mais (menos) açúcar?
- O brasileiro está cada dia mais (menos) rico.
- Todos querem mais (menos) amor.
- É mais (menos) difícil fazer do que criticar.

CASOS ESPECIAIS NO USO DO [MAIS]

a) Mais bem / Mais mal - antes de particípio, use mais bem e mais mal em vez de pior e melhor. Em português, o particípio é a forma nominal do verbo, geralmente, formado com o sufixo [-ado / -ada] para os terminados em [ar] (amado, parado) e [-ido / -ida], para os terminados em [er e ir] (vendido, sentido). Nos demais casos, use pior e melhor.
- Aquelas alunas estavam mais bem preparadas que as outras.
- E não: Aquelas alunas estavam melhor preparadas que as outras.
- Seu trabalho esta mais bem elaborado que o meu (e não: melhor)
- Esta roupa parece mais mal acabada que aquela (e não: pior).

b) Mais bom que mal – quando comparamos atributos ou qualidades as formas corretas são:
- O José é mais bom que mal (e não: é melhor que pior).
- O filme é mais bom que mal (e não: é melhor que pior).

c) Mais ruim – use apenas em comparações como:
- Arnaldo é mais ruim que bom.
- Ele é mais ruim que falso.
• Nos demais casos: Fulano é mais malvado, é mais perverso, é mais falso que o irmão (e não: mais ruim).
- Ela é mais atenciosa que as outras.

d) Mais que fazer – não existe [o] entre o mais e o que em frases como:
- Tenho mais que fazer (e não: mais o que fazer).
- Há mais que dizer (e não: mais o que dizer).

e) Mais grande – não use nunca. Na língua culta é um erro grave. Use sempre maior.
- Pedro é maior do que a Paulo.

O EMPREGO DO [MAS]
• Mas é a principal das conjunções adversativas. Relaciona pensamentos contrastantes, opositivos ou restritivos. Se eu lhe dissesse: “Minha irmã treinou muito, mas…”, com certeza, não precisaria terminar a frase, porque você iria imaginar que ela foi mal na prova:

- Gosto de navio, mas prefiro avião.
- Ele falou bem; mas não foi como eu esperava.
• Se tiver dúvida quanto ao uso de [mas], basta substituí-lo por: porém, contudo, todavia, entretanto. Se for possível a substituição use [mas]:
- Gosto de navio, porém (mas) prefiro navio.
- Ele falou bem; todavia (mas) não foi como eu esperava.
- Tentou, mas (porém, todavia, entretanto) não conseguiu.
Casos Especiais no Uso do [Mas]

a) Mas... no entanto – constituem redundância, se usados na mesma frase: Saiu cedo, mas não conseguiu, no entanto, chegar na hora.
• Use: Saiu cedo, mas não conseguiu chegar na hora.
• Ou, então: Saiu cedo, no entanto, não conseguiu chegar na hora.

b) Mas que – neste caso, o [mas] não tem função e deve ser suprimido:
- Ele é o piloto titular, (mas) que está de licença este ano.

c) Vírgula – use vírgula antes de [mas]:
- Vá onde quiser, mas fique morando conosco.
- Sofri muito, mas espero uma recompensa.

O EMPREGO DO [MÁS]
Más – é o plural do adjetivo [má] que por sua vez é o feminino de [mau]. Como o oposto de [mau] é [bom] e o de [má] é [boa] o plural de [más] será [boas]. Então, basta substituir [más] por [boas]; sendo possível a substituição mantenha o más:

- Estavam com más (boas) intenções.
- As más (boas) ações empobrecem o espírito.
- Sempre soubemos que elas eram más (boas). ®Sérgio.

Para você conferir o conhecimento, clique neste link:
Autor do Artigo:
SILVA, Sérgio Nogueira Duarte da. O Português do dia-a-dia. Rocco, Rio de Janeiro, 2003.
MARTINS, Eduardo. Manual de Redação e Estilo. Moderna.
HOUAISS, Antônio. Dicionário Eletrônico Houaiss.

1 de nov. de 2008

A Freira e o Gaúcho

A aeromoça oferece bebida a um gaúcho de Pelotas que está sentado ao lado de uma freira dentro de um avião.
O gaúcho (chique, lógico) pede uísque escocês com gelo.
- A senhora aceita o mesmo que ele, irmã ?
Pergunta a aeromoça a religiosa.
A freira fica indignada:
- Prefiro ser agarrada selvagemente e estuprada por um negão do Pelourinho, daqueles de dois metros de altura, do que botar uma gota desse álcool na boca !
O gaúcho escuta e devolve o uísque à aeromoça dizendo:
- Desculpe! Eu não sabia que tinha essa outra opção.
Também quero o negão!

"Propriedade"

O que isso significa? para muitos e na descrição literária é ter o poder sobre algo. Mas digo que esta palavra não existe. É apenas...